Auditoria e Conformidade

Auditoria e Conformidade – SOX (Basiléia II, Resolução 3380, Resolução 3056)

Atualmente, os riscos de TI têm sido uma das principais preocupações dos executivos das organizações. No entanto, poucos executivos entendem claramente a grande dependência de suas atividades operacionais em relação aos sistemas aplicativos de negócio e de infraestrutura de TI, bem como da forma que os processos de TI influenciam na definição das estratégias da organização e nos alcances dos objetivos.

– Competências: as organizações apresentam um histórico de dificuldades em formação, recrutamento ou retenção de pessoal qualificado na área de de TI.

Capacidade produtiva: existe uma necessidade, no curto prazo, de aumentar a confiabilidade nos processos, como acréscimo do volume de trabalho em projetos/expansão e mudança no perfil de riscos do negócio.

– Globalização: com a expansão das empresas no cenário internacional, existe a necessidade de contratar profissionais nativos que falem o idioma local e entendam a cultura, o ambiente de negócios e os agentes reguladores locais.

– Percepção: existe uma percepção de que a Auditoria Interna de TI não está realizando trabalhos que cobrem os principais riscos da empresa.

Como podemos ajudar?

Nós trabalhamos com empresas de diversos segmentos, auxiliando a Auditoria Interna na revisão de qualidade de suas funções de acordo com as boas práticas de governança e no mapeamento dos riscos para o Plano Anual de Auditoria Interna, na definição de uma estratégia de atuação alinhada aos princípios de Governança Corporativa, bem como no planejamento, na execução dos trabalhos e na própria estruturação da área de auditoria interna de TI.

Uma das premissas é demonstrar a eficiência na governança corporativa. Os processos devem ser desenhados para atingir os seguintes objetivos:

  • Efetividade e eficiência na operação;
  • Confiabilidade nos relatórios;
  • Atender as leis e regulamentações dos órgãos públicos.
  • Conformidade com a Lei Sarbanes-Oxley, focando a seção 404.
  • Gerenciar riscos estratégicos.
  • Implementar diretrizes da SEC (Securities and Exchange Commission).
  • Implementar novos paradigmas da atuação da Auditoria Interna.

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